E eis que finalmente é esta a noite em que bebo com os Deuses
Celebrando a minha alma no Supremo Banquete
Ofertando-a a mim mesmo num festim na Casa de Pasto do Infinito
Buscando apenas o Templo da Palavra.
A glória divina do Senhor das Estrelas ofusca-me
Ardente no brilho da poeira cósmica atirada aos meus olhos
Nas vagas de um oceano selvagem
As quais se confundem com os vales e ondulações do meu cérebro...
Ahhh...! e na SuperNova acabada de nascer
Chora o Campeão absoluto da Existência Celestial...
Os trovões do Olimpo ressoam ao longe nas gargalhadas de Thor,
E eu busco ainda a Suprema Sacerdotisa do Esquecimento...
Eu e a Grande Irmã do Universo somos um só.
Oferto esta suprema celebração à não-compreensão do Cosmos,
À redundância do pobre Viajante dos Astros Divinos,
Embriagado graças ao néctar do dionísico deus Baco
Imerso em experiências sensoriais/prazeres carnais que ardem em mim!
Ahhh como são belas as filhas de Afrodite, suas discípulas ardentes
Lentamente derramadas em lânguidas curvas por sobre o meu corpo
Ah Divino Óleo de Perdição, Supremo Néctar de Adoração!
E como pode, então, o Comandante desta Nave Celestial não perder o rumo
Nem a Razão?!
E as sibilantes serpentes de Seth vagueiam pelos Jardins do Éden,
(Numa estranha contradição do Imaginariuum)
Brilhantes e infinitas, perdendo-se nos rios de mel e leite
Onde se banham as nuas Virgens Vestais.
Os altos-fornos de Vulcano forjam a Grande Espada!
E Marte, o Omnívoro Deus da Guerra Aries, aproxima-se de mim
E pede para compartilhar da minha taça, e beber também deste hidromel...
"Eu sou o Capitão dos Planetas! Eu sou o Grande Rei-Sangue!" - respondo-lhe.
E então passo-lhe a taça.
"Brindemos a Odin nos Portões de Valhalla!",
E bebo das mãos da bacante Filha da Água...
Na planície turva, ao longe, transformada em campo de batalha
(ou será num leito de Amor?)
A Última Guerreira da Estrada defronta o Novo Desafiador
(ou fazem Amor?)
Buscando os dois o Super-Ego Estelar no azul nuclear de feixes hertzianos.
As Montanhas da Grande Escarpa cantam e eu...
Eu danço e danço e danço e danço... e danço e rodopio
Magneticamente atraído pela minha própria animalidade...!
Ergonomicamente electrificado pela minha bestialidade...!
E é meu o Altar Espiritual...
"Apontem os holofotes para o Lagarto Prateado!
É ele quem chega com o Poeta Eléctrico e o Grande Xamã!"
Hoje é a noite d'O Milagre! Festejem, meus amigos!
As estrelas celestes ainda brilham
(mas todos sabemos que elas já se extinguiram...)
E a Feiticeira da Dança Animal possui-me na Roda de Fogo Ancestral
E eu, o Vagabundo da Eternidade, grito então para os meus Irmãos de Sangue:
"Eu, o Divino Poeta, nada mais sou do que um Demente Pateta...!
Invocai o Supremo Palhaço Dourado das Estrelas
E serei Eu quem aparecerá, cavalgando um cometa!"
E já só distingo os vultos de formas femininas que dançam comigo,
Que me tocam e possuem com os seus corpos de deleite carnal
Que me levam para lá do meu Espírito Animal...
E às Valquírias que me carregam para Aesgaard apenas digo:
"Amem-me, tomem-me, mas não se esqueçam da minha Taça!!"
Celebrando a minha alma no Supremo Banquete
Ofertando-a a mim mesmo num festim na Casa de Pasto do Infinito
Buscando apenas o Templo da Palavra.
A glória divina do Senhor das Estrelas ofusca-me
Ardente no brilho da poeira cósmica atirada aos meus olhos
Nas vagas de um oceano selvagem
As quais se confundem com os vales e ondulações do meu cérebro...
Ahhh...! e na SuperNova acabada de nascer
Chora o Campeão absoluto da Existência Celestial...
Os trovões do Olimpo ressoam ao longe nas gargalhadas de Thor,
E eu busco ainda a Suprema Sacerdotisa do Esquecimento...
Eu e a Grande Irmã do Universo somos um só.
Oferto esta suprema celebração à não-compreensão do Cosmos,
À redundância do pobre Viajante dos Astros Divinos,
Embriagado graças ao néctar do dionísico deus Baco
Imerso em experiências sensoriais/prazeres carnais que ardem em mim!
Ahhh como são belas as filhas de Afrodite, suas discípulas ardentes
Lentamente derramadas em lânguidas curvas por sobre o meu corpo
Ah Divino Óleo de Perdição, Supremo Néctar de Adoração!
E como pode, então, o Comandante desta Nave Celestial não perder o rumo
Nem a Razão?!
E as sibilantes serpentes de Seth vagueiam pelos Jardins do Éden,
(Numa estranha contradição do Imaginariuum)
Brilhantes e infinitas, perdendo-se nos rios de mel e leite
Onde se banham as nuas Virgens Vestais.
Os altos-fornos de Vulcano forjam a Grande Espada!
E Marte, o Omnívoro Deus da Guerra Aries, aproxima-se de mim
E pede para compartilhar da minha taça, e beber também deste hidromel...
"Eu sou o Capitão dos Planetas! Eu sou o Grande Rei-Sangue!" - respondo-lhe.
E então passo-lhe a taça.
"Brindemos a Odin nos Portões de Valhalla!",
E bebo das mãos da bacante Filha da Água...
Na planície turva, ao longe, transformada em campo de batalha
(ou será num leito de Amor?)
A Última Guerreira da Estrada defronta o Novo Desafiador
(ou fazem Amor?)
Buscando os dois o Super-Ego Estelar no azul nuclear de feixes hertzianos.
As Montanhas da Grande Escarpa cantam e eu...
Eu danço e danço e danço e danço... e danço e rodopio
Magneticamente atraído pela minha própria animalidade...!
Ergonomicamente electrificado pela minha bestialidade...!
E é meu o Altar Espiritual...
"Apontem os holofotes para o Lagarto Prateado!
É ele quem chega com o Poeta Eléctrico e o Grande Xamã!"
Hoje é a noite d'O Milagre! Festejem, meus amigos!
As estrelas celestes ainda brilham
(mas todos sabemos que elas já se extinguiram...)
E a Feiticeira da Dança Animal possui-me na Roda de Fogo Ancestral
E eu, o Vagabundo da Eternidade, grito então para os meus Irmãos de Sangue:
"Eu, o Divino Poeta, nada mais sou do que um Demente Pateta...!
Invocai o Supremo Palhaço Dourado das Estrelas
E serei Eu quem aparecerá, cavalgando um cometa!"
E já só distingo os vultos de formas femininas que dançam comigo,
Que me tocam e possuem com os seus corpos de deleite carnal
Que me levam para lá do meu Espírito Animal...
E às Valquírias que me carregam para Aesgaard apenas digo:
"Amem-me, tomem-me, mas não se esqueçam da minha Taça!!"

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