Encontrei-a numa de muitas manhãs frias e solitárias
De negro, por entre as árvores ela caminhava
Pele de marfim e longos cabelos de ébano
Vulto de Deusa que, nas brumas, se desenhava
Não sei como a encontrei
Pois na Escuridão eu caminhava
Nesse trilho nos bosques que eu percorria
Apenas a Destruição me rodeava
E ela, a Mãe de todos de todos os Homens,
Com os seus olhos negros me olhou
E encontrei calma naquele olhar
E com a sua voz doce, então, me chamou
E as suas palavras eram luzes que dançavam
Como água num regato me as murmurou
Magia, poesia e feitiços que me encantavam
E em sons de brisa me os sussurrou
E ela, a Deusa-Mulher adorada
Em encantos tais me deixou
Que eu não quis mais caminhar sozinho
Desde que no meu caminho se cruzou
Pois encheu novamente o meu coração de Vida
E no seu olhar me disse "Entrega-te a mim"
Nos seus braços, então, me abandonei
E amei a minha Sacerdotisa da Noite de pele de marfim...
De negro, por entre as árvores ela caminhava
Pele de marfim e longos cabelos de ébano
Vulto de Deusa que, nas brumas, se desenhava
Não sei como a encontrei
Pois na Escuridão eu caminhava
Nesse trilho nos bosques que eu percorria
Apenas a Destruição me rodeava
E ela, a Mãe de todos de todos os Homens,
Com os seus olhos negros me olhou
E encontrei calma naquele olhar
E com a sua voz doce, então, me chamou
E as suas palavras eram luzes que dançavam
Como água num regato me as murmurou
Magia, poesia e feitiços que me encantavam
E em sons de brisa me os sussurrou
E ela, a Deusa-Mulher adorada
Em encantos tais me deixou
Que eu não quis mais caminhar sozinho
Desde que no meu caminho se cruzou
Pois encheu novamente o meu coração de Vida
E no seu olhar me disse "Entrega-te a mim"
Nos seus braços, então, me abandonei
E amei a minha Sacerdotisa da Noite de pele de marfim...
