
"Slava´s SnowShow, o espectáculo do maior palhaço do mundo está de regresso ao palco do grande auditório do Centro Cultural de Belém.
Moderna, a sua arte reflete o saber acumulado por muitas gerações de palhaços e, em cada representação, somos remetidos para momentos plenos de magia e poesia. Um misto de teatro, música, efeitos especiais e surpreendente desenho de luz, SNOWSHOW desperta no público emoções esquecidas, a criança que todos guardamos e calamos no stress do dia-a-dia. Em cada espectáculo, o sabor de gerações de palhaços expresso com surpreendente actualidade. "
E é esta a apresentação do espectáculo de Slava, "o Maior (melhor) palhaço do Mundo", pela 3.ª vez em Portugal após os espectáculos de 2000 (que infelizmente não pude assistir) e 2003 (nova infelicidade... ou simples preguiça).FINALMENTE, ontem, e porque o Povo diz que "à 3.ª é de vez", permiti-me uns momentos de alegria e melancolia no Grande Auditório do CCB.
ADOREI! Aquilo sim, é elevar o Palhaço à sua verdadeira dimensão da Arte... foi lindo.
Se puderem ir ver...
De 6 a 18 de Dezembro (excepto 2ª feira 12, folga) às 21h; Sábados e Domingos também às 16h Grande Auditório do Centro Cultural de Belém
http://www.ccb.pt/ccb/
Nesta época natalícia, de espectáculos circenses e muitos palhaços (embora os haja, tal como o Natal, sempre que o Homem quiser), é um espectáculo que recomendo, pelos 75 minutos de boa-disposição, alegria, melancolia, poesia e arte... LINDO, LINDO, LINDO!!!Muita arte, amor e dedicação a essa profissão tão bonita que é ser Palhaço. E não estou usar do sarcasmo... um Palhaço, esteja triste ou esteja alegre tem, por definição, que fazer rir e alegrar com as suas pantomimas e 'palhaçadas'... habite a tristeza que habitar no seu coração naquele momento... por mais paradoxal que pareça, ser Palhaço pode até ser a profissão mais triste do Mundo...
PS - A minha 1.ª poesia/desenho, ou melhor, peça criativa, de que tenho memória na minha Vida chamava-se "Palhaço Rico/Palhaço Pobre", era eu um petiz eheheheh... acho até que ainda devo ter esse pedaço de papel para lá escondido em casa, no meio das minhas memórias físicas da Vida...
